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Transtorno Alimentar II

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Transtorno Alimentar II

Transtorno Alimentar

    Transtorno Alimentar, transtorno preocupante , que tem cura.

Síndrome de Pica

         A Síndrome de Pica, se trata de um transtorno alimentar chamado Alotriofagia. uma rara condição que é define pela necessidade de ingerir substâncias que não são nutritivas, como por exemplo: carvão, terra, tecidos, etc.
          Esse transtorno ocorre quando a condição persiste por mais de um mês e, desde que, a pessoa esteja com idade avançada, ou seja, mentalmente capaz de diferenciar aquilo que é comível daquilo que não é. 
         Mas, de onde vem o nome “pica”? É um derivado da palavra em latim para o pássaro “pega-rabuda”, que também é conhecido como pega-rabilonga ou pica-pica. Faz parte da família Corvidae (corvos).
       A alotriofagia possui diversas variações, podendo ser derivada desde tradições culturais até mecanismos neurológicos que indicam falta de elementos no organismo.
       É importante lembrarmos que não temos o intuito de criticar, julgar, nem impor verdades absolutas. nosso objetivo é único e exclusivo de informar e entreter. Por isso, o conteúdo dessa matéria se destina a aqueles que se interessarem e/ou identificarem.

Transtorno Alimentar

       Sendo assim, a redação da Fatos Desconhecidos selecionou algumas subdivisões desse distúrbio. Confira:
Amilofagia: consumo excessivo de amido;
Acufagia: consumo de objetos pontiagudos;
Coprofagia: consumo de fezes;
Emetofagia: consumo de vômito;
Geofagia: consumo de terra;
Hematofagia: consumo de sangue;
Hialofagia: consumo de vidro;
Lithofagia – comer pedras;
Trichofagia – comer cabelo;
Urofagia – ingerir urina;
Xilofagia – comer madeira.
        Outras situações famosas estão as de ingerir tinta, e até o canibalismo. Deve-se notar, que a condição só deve ser tratada como alotriofagia, se o consumo desses materiais se prolongar por mais de um mês. Entretanto, não há um exame específico que possa diagnosticar a alotriofagia.
      Como essa condição, em muitas vezes dos casos, pode ser associada à má ou baixa nutrição, o médico, ou outro prestador do serviço de saúde, deve fazer exames de sangue, para conferir os níveis de ferro e zinco do paciente.
        Deve-se, também, realizar medições da hemoglobina, para testes de anemia. Por precaução, as crianças precisam checar os níveis de chumbo, principalmente se ingeriram tinta, ou materiais cobertos por tinta.
       O médico também deve procurar indícios de infecções ou parasitas, caso o paciente tenha ingerido solo contaminado, ou restos de animais.
      Em indivíduos com diagnósticos confirmados de autismo, esquizofrenia, e alguns tipos de desordens físicas, como a Síndrome de Kleine-Levin, substâncias estranhas e não nutritivas podem ser consumidas, mas nesses casos, a alotriofagia não deve ser considerada como um diagnóstico adicional.

        O tratamento da alotriofagia

           Pode variar de paciente para paciente, principalmente por que deve-se levar em contra a causa suspeita, como deficientes mentais, grávidas ou psicóticos, e pode ser relacionado a tratamentos psicológicos, mudanças ambientais, reestruturação familiar, ou um simples tratamento com suplementos vitamínicos e mudanças na dieta.
       Se a causa for psicótica, o tratamento envolverá terapias e o uso de medicamentos como o SSRI (inibidor seletivo de receptação de serotonina).
        Infelizmente o transtorno alimentar destas pessoas é definitivamente um vício, que ataca sem hora ou lugar…
        Sem ligar se é certo ou absurdamente errado, elas sentem prazer como se estivesse comendo algo nutritivo e que não fosse nocivo a saúde. Para elas é um ato super natural, mesmo que em seu subconsciente esse gesto não terá grandes consequências ao longo da vida.
       O tratamento deste transtorno depende de paciente para paciente, principalmente porque deve-se diagnosticar a causa, por exemplo: deficiência mental, gravidez, psicóticos, além disso, pode ter relação com mudanças ambientais, reestruturação familiar…
      Então pessoal, o que acharam desse transtorno? Já conheciam? Encontraram algum erro na matéria? Ficaram com dúvidas? Possuem sugestões? Não se esqueçam de comentar com a gente.
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